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O Banco de Cabo Verde foi criado em 29 de Setembro de 1975, tendo-lhe, então, sido cometidas as funções de banco central e emissor, autoridade cambial, caixa de tesouro e banco comercial e de desenvolvimento. Em Agosto de 1993, foi aprovada uma nova Lei Orgânica do Banco de Cabo Verde, passando este a exercer exclusivamente as funções de banco central e atribuindo-se-lhe sucessivamente responsabilidades acrescidas no domínio da supervisão e controlo das diversas instituições que actuam nos mercados monetário e financeiro, incluindo o sector segurador e o mercado de capitais.
Imagem do canal Missão e Objetivo Missão e Objetivo

​​​​​​​​​​​O Banco de Cabo Verde foi criado em 29 de Setembro de 1975, tendo-lhe, então, sido cometidas as funções de banco central e emissor, autoridade cambial, caixa de tesouro e banco comercial e de desenvolvimento.

Imagem do canal História História
​​​O Banco de Cabo Verde sucedeu, em linha directa, as dependências em Cabo Verde do Banco Nacional Ultramarino e do Banco de Fomento Nacional.
Imagem do canal Constituição da República Constituição da República

Artigo 92º

 

O Banco de Cabo Verde é o banco central, detém o exclusivo da emissão de moeda.

Imagem do canal Lei Orgânica Lei Orgânica
O Banco de Cabo Verde é o Banco Central da República de Cabo Verde, devendo nessa qualidade ter como atribuições assegurar e regular a criação, a circulação e o valor da moeda nacional.
Imagem do canal Estrutura Orgânica Estrutura Orgânica

​​ ​O meio envolvente das organizações (contextos económico, tecnológico, político, legal, sociocultural, etc.) caracteriza-se, atualmente, por constantes e profundas mutações com impactos na vida, nos negócios e nas estratégias das mesmas, acabando por influenciar as suas estruturas. Dependendo do sector e da magnitude com que essas mutações ocorram pode, ou não, justificar ajustamentos ao nível da estrutura orgânica de modo a facilitar e impulsionar a implementação de novas estratégias.

No que respeita ao Banco de Cabo Verde, o último ajustamento da estrutura orgânica ocorreu no ano 2015. Após esse ajustamento, o Conselho de Administração aprovou um novo Plano Estratégico que cobre o quadriénio 2016-2019. Tal visa dar resposta a vários desafios e oportunidades que enformam a envolvente externa do Banco, a par do seu ambiente interno. Para o efeito, no referido Plano figura um conjunto de Objetivos Estratégicos e as formas e meios para os alcançar. Merece realçar que, tão importante quanto a definição de estratégias, é a criação de condições organizacionais para que as mesmas possam ser implementadas com sucesso. É aqui que a estrutura orgânica é chamada a desempenhar um papel importante, na medida em que se trata de um instrumento fundamental para o desenvolvimento e implementação dos planos e estratégias definidos.

Imagem do canal Organigrama Organigrama
​​​​​​Estrutura organizacional do Banco de Cabo Verde


Imagem do canal Legislação Legislação

Bancário, Segurador e Mercado de Capitais

 

Não dispensa a consulta dos diplomas publicados no Boletim Oficial

Imagem do canal Relações Internacionais Relações Internacionais
Com vista a fortalecer a sua inserção internacional, o Banco de Cabo Verde vem assumindo uma postura mais estratégica e pró-activa, no que respeita ao tratamento de assuntos internacionais, seja na área de negociações, seja na de participação nos fóruns internacionais, seja ainda na sua relação com outros bancos centrais e organismos congéneres.
Imagem do canal Fundo de Garantia de Depósitos Fundo de Garantia de Depósitos

​​​​​​​A proposta de lei que criou o Fundo de Garantia de Depósitos foi aprovada, por unanimidade no Parlamento, no dia 26 de outubro de 2016. A proposta, da iniciativa do Banco de Cabo Verde, no âmbito da Lei de Bases do Sistema Financeiro, foi apresentada pelo Governo.

Imagem do canal Plano Estratégico do BCV Plano Estratégico do BCV
​​O Plano Estratégico constitui uma ferramenta fundamental para a gestão, sobretudo num contexto marcado pela globalização das economias e dos mercados, pela incerteza e pelo elevado ritmo de inovações tecnológicas. O mesmo, tem como propósito focar a actuação da instituição, tendo sempre presente os desafios identificados, a par das orientações emanadas da alta Administração.